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“Seja Bem vinda,…Felicidade!”

Junho 12, 2008

Sabe aquele livro bom??

Releiam.

Sabe aquele filme sensacional? Ou até aquele que nem era tão bom, mas que foi visto com a pessoa certa, na hora certa e no melhor lugar?

Então…relembrem.

Sabe aquele vinho bom? E aquele almoço fabuloso? Aquela festa inesquecível?

Viva e sinta tudo de novo!

Sabe aquele amor cheio de historia pra contar?

Aquele beijo que entorpece?

Aquele olhar estonteante?

E aquele cheiro que divaga o pensamento e desnorteia os sentidos?

Pois é… aproveitem.

Não só aproveitem, mas repitam a cada nascer do sol:

“que seja eterno enquanto dure”

E que dure enquanto existir eternidade…

Enquanto o calor humano for a melhor solução pra qualquer tipo de frio,

Que dure e subsista à saudade,

Que seja forte e paciente,

Divertido

Consciente!

Que surpreenda…

Que seja tão agradável como tardes de sol,

E tão gostoso quanto às noites com chuva…

Que envolva

Que permeie a certeza de forma surreal,

Que fuja do pseudo-romantismo

Pra ser intenso…incrivelmente intenso.

Que seja como um filme bom,

Mas que não acabe…

Que seja como o meu romance,

Meu desejo, meu mistério.

Alias, desejo a todos um amor como o meu…

Um “par perfeito” como o meu,

Risadas como as minhas quando ao lado dele estou…

Loucura como a minha que só encontra sanidade

Com o seu abraço,

Batimentos cardíacos como os meus quando o vejo…

Respiração cronometrada pelo simples cheiro…

Pelas palavras ao ouvido, pela proteção…

Desejo um dia dos namorados feliz pra quem namora…

Esperançoso pra quem não namora.

Mas pra mim e pra ele…

Ahhh… os dias sempre foram incomuns.

O sol desponta e nosso coração converte-se em templo

De um amor puro e suave…

A noite vem e a esperança brota de uma respiração profunda

Que anuncia: “Seja bem vinda,… felicidade!”.

Notas do acaso.

Maio 22, 2008

Bom…noite de inauguração do Blog novo. Posts antigos, favor comparecer ao primo blogspot. Noite de agradecimentos: Amor, obrigada pelo Blog novo. Senhor, obrigada pelo feriado de amanha. Noite de reflexão: Ta aí:

Nota de prioridade

Nada é suficientemente sincero como a

Insatisfação.

Imagine-se no ano de 2060. Mas também não se imagine protagonizando os jetsons, só sinta o ar pasteurizado entrando nos pulmões. Se você estiver nos plenos 20 e poucos anos como eu, imagine-se velho e feliz; jamais obrigado à fila do INSS. Perceba que a juventude não é eterna, mas que a cara amarrada além de aumentar as rugas, torna chata a experiência.

A algumas centenas de kilômetros de você, haverá lugares conhecidos…e a apenas 10 passos de você, a lembrança eternizada em papel de fotografia ou em qualquer cd que esteja sobre a mesa do escritório. A sua volta, livros empilhados, conhecimento colecionado, releitura das 5 da manha…quando o sono se esvai em detrimento da idade.

Imagine-se assistindo a filmes e tomando chás ou cafés que outrora eram intragáveis. Ou ainda, manifestando-se com aqueles clichês: “mas não era assim”… entretanto, pense em você divagando sobre as aventuras mais cabulosas de sua vida e contando-as como feito heróico. Coisas que no exato dia eram segredo de Estado, mas que agora (o futuro), traz a saudade e o bater compulsivo no peito.

Nota de relevância

Não existe a vida intensa pra ser contada,

Sem os arrependimentos que a acompanha.

Não existem outros meios de contemplar a dinâmica da vida, senão perigosamente. Para tanto, é preciso insatisfação. Por favor, não me entenda mal, a insatisfação que sugiro é aquela que joga a gente de um trampolim num salto mortal rumo à profundidade desconhecida, porém necessária, construtiva. Conformar-se é fácil demais para um ser acostumado a desafios, superações. Chegar ao ano de 2060 talvez nem passe à sua cabeça, talvez você nem chegue lá, ou ainda, você chegará tão adiante, que nem se lembrará de tudo o que já passou. Sob todas as hipóteses, a insatisfação com os lugares, com os conceitos emoldurados, com as regras, com a falta de pessoas, com o excesso delas, com o que dizem, com o que fazem ou omitem, com sei lá..o sexto dos infernos (porque o quinto já esta lotado…) e qualquer coisa a mais, faz a gente sair da zona de conforto imutável para a eterna incerteza criadora do sentido da vida; ser livre não tem preço. Chegar aos 70 e poucos anos dizendo aos quatro ventos que se viveu intensamente, também não tem preço.

Desejo aos jovens, juventude. Desejo aos anciãos, acima de marcas da idade, uma alma juvenil e saudosista.

Pra você!

Maio 20, 2008